quarta-feira, maio 20, 2009

Senta no rabo...

... e fala do rabo dos outros.

quinta-feira, maio 14, 2009

Poema

Depois da reforma ortográfica

Ficarei paranóica tendo que escrever "paranoica".
Quero meu português de volta!
E o heróico, e a jibóia e a assembléia?
Vão mudar até minha "idéia".
Eu não apoio. Mas no sentido de não apoiar
Ou de não ser suporte?

Agora é o voo do flamingo que conta.
Para? Sei lá, nem sei se seria uma finalidade
Ou se mando pararem de uma vez com isso.
Pelo? Pelo do seu corpo ou pelo amor de Deus,
Não há nada melhor pra fazer?

Ao menos vamos continuar na barbárie em série.
Na mágoa, na língua, no vácuo.

sábado, maio 09, 2009

Um dia eu fiquei um pouco mais velha e olhei pra minha mãe. Depois eu olhei pro meu lado e vi que tinha uma irmã mais idosa. Mas ela mandava nas minhas brincadeiras e, por ser maior, ficava difícil de obrigá-la a fazer o que eu queria. Olhei de novo pra minha mãe e disse: "eu quero uma irmazinha". Ela, legal como sempre, trouxe ao mundo, dia 9 de maio, um trocinho que só chorava e usava fralda. Olhei bem pra aquilo e pensei: será que isso vai dar certo? Até que vc começou a crescer e vi que, no dia do seu aniversário, quem ganhou um lindo presente fui eu!

Você, Luisa, é uma das minhas maiores preocupações porque certamente é uma das nossas maiores alegrias. Feliz aniversário. E se alguma hora vc sentir que tah tudo muito estranho, por estar crescendo, conversa comigo que eu, nos meus 6 anos a mais, vou ter muita coisa pra te falar.

Eu falo em nome de todos. Todos!
Beijunda!
Noite boa!

sexta-feira, maio 08, 2009

Ah, saudade do meu au-au.
Patas gordinhas,
lambida de oi,
rabinho de xau.

Homenagem a Tobby

quarta-feira, maio 06, 2009


Promoção no trabalho é um problema para os pessimistas. Para aqueles que ainda pretendem fazer alguma coisa, é uma boa oportunidade. Que venham as dores de cabeça e a experiência de diretoria, é claro.
Vamos lá, J. Júnior!
Sim, nós podemos.!

domingo, maio 03, 2009

Ressurreição

Me veio à mente um poema que escrevi há um tempo. Por ter voltado à memória, intitulei-o ressurreição:

Foi olhando para o céu que descobri o quanto você é pequeno
Foi olhando para o mar que descobri o quanto você é finito
Na clareza da água, o quanto você foi obscuro
Subindo a montanha, o quanto você foi um fardo
Na estrada da vida, um empecilho
No olho, uma lasca de vidro
No meu sol, uma sombra

15 de outubro de 2008

Virada Cultural

Estive presente na virada, com uma câmera na mão. Uma das músicas que mais gosto tocou. Gravei. Aqui é o resultado. Uma confusão de luzes e uma nostalgia. Não do show, haverão outros. Mas sim daquilo que montou no trem de ida e não volta mais. Oh, saudade.