Me veio à mente um poema que escrevi há um tempo. Por ter voltado à memória, intitulei-o ressurreição:
Foi olhando para o céu que descobri o quanto você é pequeno
Foi olhando para o mar que descobri o quanto você é finito
Na clareza da água, o quanto você foi obscuro
Subindo a montanha, o quanto você foi um fardo
Na estrada da vida, um empecilho
No olho, uma lasca de vidro
No meu sol, uma sombra
15 de outubro de 2008
domingo, maio 03, 2009
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