Qual o preço da tua liberdade, amigo
Se você não consegue um puto que seja pra alimentar seu sonho
Ou ilusão de uma mudança estrutural
Que pede, na real, mudança de conjuntura?
Te dou a grana que me deram e ela passa
De mão em mão, e você que gosta do fluir, saiba que flui
E segue aí, mas, uma hora, para, e a coisa não anda
Mas você TEM que continuar
É a cagada. Pensa no uno e age pelo todo com o todo
E investe e luta, e se aplica, em si, primeiro
Se a grana acabar, você é a fonte, virá mais
Aí você segue alimentando seu sonho, sua vida
Os projetos, as vontades, seu fogo, sua palha e vai
No meio do podre levando a flor
Que é teu instrumento de glória
Em meio ao pântano que você quer secar.
E dá para carregar a flor sem sujar as mãos.
E não entenda dinheiro como objetivo, é só uma ferramenta.
(É punk, mas é bonito)
(Não é do mal, é só um jeito)
quinta-feira, setembro 29, 2011
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário