Eu descobri um dia, ainda na escola
Quando olhava a lousa e não via direito, que meu olho tem defeito
Ele não funciona bem como deveria
Distorce as coisas que já são distorcidas
Me faz ver diferente, borrado
Mamãe me levou no oftalmo
Precisa de óculos, meu amor
Seus olhos castanhos precisam de ajuda para melhor ver
Nada grave. Você pode continuar vendo estranho
Tendo a necessidade de aproximar as coisas para melhor conferir.
Ou coloque um objeto apoiado nas orelhas e no nariz
E pronto, vá ser feliz!
Mas muitos complicam, e acham aquilo feio
Metal ou plástico com dois vidros no meio
Ai, que feia, não é mesmo?! Diz um, que enxerga tão mal quanto.
Ai, que horror! Fala outro, de lente de contato.
Nossa, deixa a pessoa ainda pior!
E a suposta vítima, ajeita a coisa no rosto
Abre um sorriso tranquilo
E segue segura de que, se o mundo a acha mais feia com o óculos
É com ele que ela também conseguem melhor enxergar a feiura do mundo
Fico eu mais feia e você, também. Ops!
Final do jogo: empate.
terça-feira, dezembro 27, 2011
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário